Famílias pensam mais no futuro de seus filhos

Famílias pensam mais no futuro de seus filhos

Pensar no futuro financeiro dos filhos é cada vez mais comum e importante para as famílias brasileiras. 59% dos pais escolhem economizar recursos financeiros para os filhos no futuro, de acordo com pesquisa do Boa Vista SPC, divulgada em 2017, número 17% maior que o registrado em 2016 – período mais baixo desde 2014.

A forma mais comum de guardar dinheiro é através da poupança, modalidade que tem a participação de 61% dos entrevistados, seguidos na preferência pela previdência privada com 8%, ações, fundos ou CBD 7% e títulos de capitalização com 6%.

A mesma pesquisa ainda aponta que 85% dos pais acreditam que a educação financeira é muito importante na infância, o que faz com que 65% dos entrevistados conversem com os mais jovens sobre como se ganha e o que se faz com o dinheiro conquistado.

Educando com mesada

Investir na educação financeira das crianças e jovens proporciona a ela uma melhor visão dos recursos disponíveis e a melhor forma de gastá-los, além de treiná-las para a vida adulta tendo mais consciência sobre os recursos. Uma das formas de inserir os pequenos no mundo das finanças é através da tradicional mesada. De acordo com o Boa Vista SPC, 22% dos pais disponibilizam mesadas a seus filhos, ensinando na prática a controlar os gastos, ser seletivo na hora da compra e também a poupar para poder comprar um bem de maior valor.

O dinheiro ainda é a forma preferida para dar a mesada, com 96% da preferência, o restante fica dividido entre uso de cartão pré pago ou cartão de crédito.

Os entrevistados ainda revelaram que 53% dos que guardam dinheiro para os filhos, conseguem poupar ao menos R$ 50,00 por mês, e 60% dessa economia tem como objetivo pagar os estudos, 19% ajudar na compra da casa própria, 12% para outros fins como realizar viagens, complementar a aposentadoria ou ajudar em situações de emergência.

A pesquisa mostrou que com o passar do tempo o brasileiro foi percebendo a importância de se pensar no futuro e planejar a vida financeira da família, o que possibilita mais tranquilidade e segurança para todos. Sem comprometer a renda doméstica, as famílias criam nas crianças e jovens a cultura do planejamento e garantem uma vida mais tranquila para eles.

E neste cenário, o consórcio é uma ótima opção de investimento, no qual os filhos já poupam visualizando o bem que irão adquirir, o que lhes geram maior motivação para dar continuidade ao seu projeto.

Mas é importante ressaltar que enquanto seu filho tiver menos que 14 anos, a cota deverá ficar no nome dos pais. Somente a partir dos 14 anos é possível adquirir a cota diretamente no nome dos filhos.

Se quiser entender melhor como seria um plano de consórcio, clique aqui e faça uma simulação.